Os sindicatos consideram que a previsão do número de inspetores do SEF a ficarem afetos à GNR e à PSP no controlo de fronteiras 'é excessivo' e que, além de uma mudança de chefias, tudo vai continuar igual.
Os sindicatos consideram que a previsão do número de inspetores do SEF a ficarem afetos à GNR e à PSP no controlo de fronteiras"é excessivo" e que, além de uma mudança de chefias, tudo vai continuar igual.
"Verificamos que tudo se manterá igual, exceto as chefias, com a agravante de que as chefias que irão assumir essas funções têm muito menos experiência do que as chefias do SEF", acrescentou o sindicalista, para quem faria sentido ficarem 20 a 30% dos profissionais nas fronteiras a dar apoio "na segunda e terceira linhas", uma vez que para a primeira linha a PSP e a GNR "já têm formado todo o efetivo de que necessitam".
O representante sindical vincou que o que está previsto não é "o que se desejava e o que faria sentido". "Para nós é uma preocupação os inspetores que ficarem nesse regime de afetação ao longo desse período possam, em termos de desenvolvimento das carreiras futuras na Polícia Judiciária, ser prejudicados em relação aos demais que avançam já, numa primeira fase, para a Polícia Judiciária", realçou Renato Mendonça.
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