Israel permite entrega de ajuda humanitária a Gaza através de Ashdod e Erez

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O Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas adotou esta sexta-feira uma resolução que apela à responsabilização de Israel por eventuais crimes de guerra e crimes contra a humanidade cometidos na Faixa de Gaza.Os Estados Unidos congratulam-se com os últimos esforços de Israel para permitir a entrada de mais ajuda humanitária em Gaza, afirmou o Secretário de Estado Anthony Blinken esta sexta-feira, avança a Reuters.

O gabinete do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, tinha divulgado antes que Israel vai permitir temporariamente a entrega de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, assolada pela fome, através do porto de Ashdod e do ponto de passagem de Erez.

Esta posição surge depois de o líder supremo do Irão, Ayatollah Ali Khamenei, ter emitido uma mensagem em hebraico, na madrugada de quinta-feira, avisando que Israel"lamentará" o ataque ao consulado iraniano.Joe Biden diz que futuro apoio de EUA a guerra de Israel em Gaza depende de novas medidas para proteger civis

"O governo de ocupação continua a fugir e as negociações estão presas num círculo vicioso", disse o funcionário do Hamas, citado pelaO Hamas pretende que o acordo de cessar-fogo garanta o fim da ofensiva militar israelita. Israel quer um acordo de libertação de prisioneiros por reféns, recusando-se a comprometer-se a pôr fim à campanha militar.

O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, instou Israel a tomar medidas concretas para proteger os trabalhadores humanitários e os civis palestinianos em Gaza"após repetidas falhas de coordenação", após ter falado com o ministro da Defesa israelita, Yoav Gallant, na quinta-feira, informou o Pentágono, segundo avança aO apelo à adoção de medidas segue-se depois de um ataque israelita que matou sete trabalhadores da...

"O regresso das pessoas deslocadas às suas casas, que os israelitas ainda não aceitaram, é o principal ponto pelo qual estamos bloqueados", declarou o primeiro-ministro qatari, Mohammed ben Abdelrahmane Al-Thani, durante uma conferência de imprensa em Doha. A UNRWA refere que terá em breve dificuldades para manter o nível de assistência humanitária,"e esse nível já é mínimo", disse Natalie Boucly, vice-comissária-geral para Programas e Parcerias citada no comunicado, destacando que o papel da agência da ONU, colocado em causa por Israel,"nunca foi tão vital".

Num 'briefing' à imprensa, em Nova Iorque, Stéphane Dujarric, porta-voz do secretário-geral das Nações Unidas, explicou que a suspensão teve início na terça-feira e apenas afetará o movimento noturno, sendo que, durante o dia, as operações continuam, incluindo os esforços para enviar comboios humanitário para o norte do enclave.

"Ainda não há uma data específica, mas com certeza que vai ser antes de julho, o momento certo é este", disse Albares sobre o reconhecimento do Estado da Palestina, num encontro com alguns jornalistas em Bruxelas. "É essencial que a União Europeia tenha um papel ativo na procura de soluções. É isso que estamos a fazer e em que estamos a trabalhar em Espanha", disse Sánchez, numa conferência de imprensa no Qatar, no final de uma visita de dois dias ao Médio Oriente para abordar a guerra na Faixa de Gaza que o levou também à Jordânia e à Arábia Saudita.

"Continuamos empenhados nas nossas exigências", sublinhou Ismaïl Haniyeh, num discurso proferido no Dia de Jerusalém, no qual apelou ao regresso de"todas as pessoas deslocadas", à entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza e ao fim do"bloqueio". Fundador da World Central Kitchen diz que funcionários humanitários mortos eram "o melhor da humanidade"

"Penso que a situação é mais do que catastrófica. O que vi realmente partiu-me o coração. Gaza tornou-se um monte de poeira. As pessoas que conhecemos estavam emaciadas, disseram-nos que procuravam algo para comer", afirmou Dominic Allen, representante do Fundo das Nações Unidas para a População . "Isto é completamente inaceitável", disse Albanese durante uma conferência de imprensa."Transmiti ao Primeiro-Ministro Netanyahu, em termos muito claros, que os australianos estão indignados com esta morte".Netanyahu disse na terça-feira que um ataque aéreo israelita matou por engano sete pessoas que trabalhavam para a instituição de caridade World Central Kitchen em Gaza.

"Foi um erro que se seguiu a um erro de identificação durante a noite, durante uma guerra, em condições muito complexas. Isto não deveria ter acontecido", acrescentou.ONU diz que morte de funcionários da World Central Kitchen é "resultado inevitável" da gestão da guerra em Gaza Numa reunião plenária da Assembleia Geral da ONU sobre Segurança Humana, Guterres recordou os"dois milhões de humanos em Gaza que não têm qualquer segurança, procurando desesperadamente proteção contra a fome, doenças e os implacáveis bombardeamentos israelitas".

Segundo a porta-voz da Casa Branca Karine Jean Pierre, Biden conversou esta terça-feira com o fundador da organização não-governamental, o 'chef' espanhol José Andres, afirmando que estava de"coração partido" e que"enviará uma mensagem clara a Israel de que os trabalhadores humanitários devem ser protegidos".

Numa publicação na rede social X, a ministra dos Negócios Estrangeiros canadiana, Mélanie Joly, afirmou estar"chocada" com o ataque dos militares israelitas aos trabalhadores humanitários e confirmou que um dos sete mortos é canadiano. O principal responsável da ONU para a coordenação da ajuda humanitária em Gaza afirmou que o bombardeamento israelita aos carros que transportavam trabalhadores de uma organização não-governamental "não foi um incidente isolado"."Este número é quase três vezes superior ao número de mortes registadas num único conflito num ano", acrescentou.

De acordo com o portal das autoridades militares de Israel, será ativado o Mecanismo de Apuramento de Factos e Avaliação, um órgão chefiado por um major-general israelita, encarregado de fornecer o máximo de informações para decidir se deve ser aberta uma investigação criminal sobre o incidente mortal ocorrido durante os combates.

Ursula von der Leyen expressou"as mais profundas condolências às famílias e amigos" dos trabalhadores daquela ONG, mas não condenou o bombardeamento israelita que os vitimou. "Era o local a que as pessoas recorriam para obter o tipo de cuidados que um sistema de saúde realmente bom proporciona e que nós, em todas as nossas sociedades, esperamos ter em caso de necessidade", acrescenta.

"A Polónia não concorda com o desrespeito pelo direito humanitário internacional e com a proteção dos civis, incluindo os trabalhadores humanitários".A organização não-governamental World Central Kitchen anunciou esta terça-feira a suspensão das atividades na Faixa de Gaza, após a morte de sete funcionários de ajuda humanitária num aparente ataque aéreo israelita.

Yoko Kamikawa anunciou em conferência de imprensa a entrega, em breve, de uma contribuição de cerca de 33 milhões de euros, que estava prevista para o ano fiscal de 2023, que terminou a 31 de março no Japão.

A televisão definiu as declarações de Netanyahu como"mentiras perigosas e ridículas", depois do governante israelita ter descrito a Al-Jazeera como um"canal terrorista" que"prejudicou a segurança de Israel e participou ativamente no massacre de 7 de outubro", quando o grupo islamita palestiniano Hamas atacou o território israelita e matou cerca de 1.200 pessoas.

Os manifestantes montaram tendas de campanha e exibiram cartazes - muitos com referência aos reféns do movimento islamita Hamas que permanecem na Faixa de Gaza -, numa zona da cidade perto do Knesset, o parlamento, indicou o diárioYair Golan, antigo"número dois" do estado-maior do Exército de Israel, assegurou que os reféns retidos no enclave palestiniano já estariam em casa se existisse outro Governo.

Na mesma publicação, o chefe do Governo israelita afirmou que o canal do Qatar"prejudicou a segurança de Israel, participou ativamente no massacre de 7 de outubro e incitou à violência contra os soldados das FDI ".atingido por vários ataques israelitas O Ministro israelita das Comunicações, Shlomo Karhi, congratulou-se com a aprovação da lei."Não haverá liberdade de expressão para os porta-vozes do Hamas em Israel.O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu reafirmou esta segunda-feira as suas intenções de encerrar a estação de televisão por satélite Al Jazeera do Qatar em Israel, avança a Reuters.

"Está prevista uma reunião 'online' para hoje", disse a fonte israelita, sob a condição de não ser identificada.O Exército israelita anunciou esta segunda-feira o"fim" das operações na zona do hospital de Al-Shifa em Gaza, pouco depois de o Hamas acusar Israel de ter provocado dezenas de mortos, no local.

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