A inteligência artificial está cada vez mais presente em nosso cotidiano, desde pesquisas otimizadas em motores de busca até sistemas de reconhecimento facial. Alan Turing propôs a questão sobre se as máquinas podem pensar em 1950.
Está, desde há algum tempo, no meio de nós. Muitas das vezes, impercetível, instalada na rotina do dia-a-dia. Entre uma pesquisa otimizada num motor de busca; na forma como é afinado o perfil de cada um nas redes sociais; nos sistemas de vigilância através de reconhecimento facial; nos filtros de segurança dos e-mails, nos programas que permitem gerir uma rota no trânsito de forma a evitar o tráfego intenso.
“Funciona com uma arquitetura complexa de múltiplos neurónios espalhados, uma quantidade infindável de pequenas unidades, que fazem pequenos processos como se fossem um computador”, refere o neurocientista Bruno Miranda, que investiga o que nos vai na cabeça com apoio da inteligência artificial. “O que já se percebeu é que, realmente, tem poder computacional.
“A partir do momento em que estas coisas começarem a criar alguns objetivos, a serem muito inteligentes, elas vão-se aperceber, se tiverem mais controlo, podem ter noção dos seus objetivos mais facilmente. E quanto tiverem controle, as coisas vão começar a ficar piores para as pessoas”, diz à SIC Paulo Castro, especialista em Filosofia da Ciência.
Confiar no algoritmo para tomar decisões complexas pode conduzir ainda é um risco, seja no mundo do emprego ou até mesmo na justiça. E neste caso, em Portugal, ainda se está a tentar perceber que caminho se deve seguir. Há grupos de reflexão e algumas certezas em cima da mesa, entre elas as especificidades que diferenciam cada um dos tribunais. Mas há um ponto que começa a ficar bastante claro: o fator humano é imprescindível.
Em todo o mundo, o valor de mercado da inteligência artificial rondava os 125 mil milhões de euros em 2022. No ano seguinte atingiu os 180 mil milhões e deverá continuar a crescer na ordem dos 40% por ano, até 2030. Para já, na dianteira desta locomotiva estão os Estados Unidos e a China. Quanto à Europa tem vindo a focar-se, mais que tudo, na regulamentação.quatro níveis de risco: inaceitável, elevado, limitado e mínimo.
Foi aprovado na UE o primeiro quadro jurídico abrangente em matéria de IA a nível mundial.
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