Fundadora do Vente Venezuela defende abertura dos mercados, privatizar empresas e dar oportunidades a investidores nacionais e estrangeiros em diversos setores na Venezuela.
A opositora venezuelana Maria Corina Machado, com raízes portuguesas e tida como favorita nas primárias da oposição às presidenciais, vê nesta eleição a concretização de uma grande força política contra o Presidente Nicolás Maduro, apoiada inclusive por chavistas descontentes.
Questionada sobre a existência de uma “inabilitação” que poderá impedir que participe nas eleições presidenciais, previstas para o segundo semestre de 2024, mesmo que ganhe as primárias, disse não estar preocupada com isso.“A ‘inabilitação’ não é uma das barreiras que me preocupa. Há outras. Essa não será um problema. Eu vou-me inscrever e vamos derrotar Nicolás Maduro”, frisou.
“Como o ataque do regime contra mim começou muito cedo, era uma das coisas que me preocupava, que ouvissem a notícia de que tinha sido atacada ou ofendida e não estivesse lá para lhes explicar”, disse. “É inconcebível provocar intencionalmente a fome numa sociedade, e senti medo que pudesse perpetuar-se, houve setores da sociedade que não compreenderam bem como enfrentar um sistema como este”, disse, justificando a sua candidatura e vontade de vencer nas primárias e depois na eleição para Presidente.
Sobre o Vente Venezuela, explicou que foi fundado há mais de 11 anos, que é “um partido liberal, não afiliado às estruturas convencionais”, que abraça o livre mercado, empreendimento e desenvolvimento do indivíduo.
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