Netanyahu traçou dois objetivos: destruir Hamas e recuperar reféns, mas admitiu campanha longa e difícil. Após noite de bombardeamentos Gaza acordou sob escombros. Hamas admite libertar reféns em troca de todos os presos palestinianos mas diz-se pronto para invasão terrestre.
Uns descrevem-nos como"cidades em miniatura", outros como uma"teia de aranha" que se estende por baixo da Faixa de Gaza. Os túneis do Hamas são muito mais do que isso - uma rede de corredores, salas e até estradas que abrigam armas, combatentes e postos de comando do grupo terrorista que governa aquele território palestiniano.
De acordo com o Ministério da Saúde do Hamas, os ataques israelitas já fizeram mais de 7700 mortos, 3500 deles crianças. Na véspera, pouco antes da intensificação dos bombardeamentos, o porta-voz das Forças de Defesa israelitas, Daniel Hagari acusara o Hamas de colocar combatentes e armas nos hospitais e de usar os civis como"escudos humanos".
Este parece ser mais um passo em direção à tão falada ofensiva terrestre que tanto Netanyahu como Gallant avisaram que será longa e difícil."Levará muito tempo" para desmantelar a vasta rede de túneis do Hamas, disse o ministro, acrescentando que espera uma longa fase de combates de menor intensidade, enquanto Israel destrói"focos de resistência".
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