Perante os jornalistas, Patrícia Gilvaz referiu-se ao comunicado difundido momentos antes pelo CFSIRP, no final da reunião da Comissão de Assuntos Constitucionais, contrapondo que esse texto não consegue negar a ideia de que a ação do SIS teve uma natureza policial, ou seja ilegal
A Iniciativa Liberal insiste na demissão do Conselho de Fiscalização do Sistema de Informação da República Portuguesa , considerando que esta entidade ignora deliberadamente acusações feitas sob juramento por Frederico Pinheiro sobre a atuação do SIS.
Na comissão parlamentar de inquérito sobre a TAP, este ex-adjunto de Pedro Nuno Santos e do ministro João Galamba queixou-se de ter sido coagido e ameaçado pelo SIS para devolver o computador que tinha levado do Ministério das Infraestruturas e que, supostamente, continha informação de Estado classificada.
“Os artigos em que o CFSIRP tenta justificar como enquadramento legal da atuação do SIS, no dia 26 de abril, se forem devidamente analisados, contradizem-se uns aos outros. A atuação do SIS naquela noite foi policial”, concluiu a deputada da Iniciativa Liberal. “Torna-se evidente que este CFSIRP está mais preocupado em proteger-se a si próprio do que em proteger os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos. Este Conselho de Fiscalização foi contagiado pelo vírus do PS e do Governo que não aprendem e não se arrependem”, criticou ainda.
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