Guerra no Médio Oriente. A evolução do conflito entre Israel e o Hamas ao minuto

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🔴 O Exército israelita ordenou a retirada de comunidades do sul de Gaza, pela primeira vez desde o início da guerra com o Hamas, após forçar a deslocação de 1,1 milhões de pessoas de norte para sul do enclave. Gaza Israel Hamas RTPNotícias RTP

Acompanhamos aqui todos os desenvolvimentos sobre o reacender do conflito israelo-palestiniano, após a vaga de ataques do Hamas e a consequente retaliação das forças do Estado hebraico.

Esta fórmula levanta a questão do número de dias considerados "suficientes". Uma versão anterior a que a Agência France Presse teve acesso exigia uma pausa inicial de cinco dias consecutivos nas 24h seguintes após a adoção da resolução. De acordo com fontes diplomáticas, os Estados Unidos oposeram-se sistematicamente à inclusão da expressão "cessar-fogo". Já uma emenda proposta pela Rússia, que apelava a uma "trégua humanitária imediata, durável e sustentada, que leve à cessação das hostilidades", foi rejeitada.

A violência atingiu o auge no passado fim de semana, quando voltaram a surgir os receios de que o Líbano se torne numa segunda frente da guerra de Gaza.O Ministério da Saúde do Hamas garante ainda que dezenas de corpos jazem nas ruas no norte do enclave e que é impossível recenseá-los pois o exército israelita impede as ambulâncias e os socorristas de se aproximar.

Os Estados Unidos opuseram-se particularmente a qualquer referência a um cessar-fogo, segundo fontes diplomáticas. Também "apela" à "libertação imediata e incondicional de todos os reféns detidos pelo Hamas e outros grupos, especialmente crianças". Num outro departamento do hospital, os soldados também localizaram "um centro de comando operacional e ativos tecnológicos pertencentes ao Hamas", provando, disse Daniel Hagari, que o movimento usa as instalações hospitalares para "fins militares e terroristas, em desrespeito das leis internacionais".

Durante uma conferência de imprensa em Berna, Emmanuel Macron frisou que estas "infraestruturas civis devem ser protegidas em virtude do nosso direito internacional e do direito humanitário". O dirigente humanitário precisou que, dos 1.200 milhões de dólares que as Nações Unidas pediram para a crise em Gaza, apenas foram recebidos cerca de 30 milhões de dólares .

Além disso, o responsável humanitário defendeu o direito dos palestinianos da Faixa de Gaza de irem onde querem e quando querem, sem entraves ou impedimentos, mas sim com liberdade de movimentos, ao passo que a ONU deve ter garantias de segurança para chegar até eles. Em retaliação, Israel declarou uma guerra para "erradicar" o Hamas, que começou por cortes ao abastecimento de comida, água, eletricidade e combustível na Faixa de Gaza e bombardeamentos diários, seguidos de uma ofensiva terrestre que cercou a cidade de Gaza.

A quantidade é três vezes superior aos cerca de 42 quilos de urânio enriquecido que a AIEA considera, se forem ainda mais enriquecidos, teoricamente suficientes para construir uma bomba nuclear. Israel opõe-se com firmeza a todas estas exigências e o Hamas recusa qualquer compromisso por receio de ter de revelar métodos operacionais e dados sobre os locais onde os reféns estão retidos.Cerca de mil trabalhadores palestinianos com autorização de trabalho em Israel, deslocados na Cisjordânia ocupada desde o início do conflito com o Hamas, regressaram hoje à Faixa de Gaza, informaram fontes humanitárias.

Milhares de habitantes de Gaza foram ainda deslocados para a Cisjordânia, onde foram instalados em hotéis, abrigos, instalações públicas ou centros desportivos em cidades como Ramallah, Nablus, Belém e Jericó. Muitos não querem regressar porque as suas famílias foram mortas nos ataques, as suas casas foram destruídas ou estão agora inacessíveis.

Os trabalhadores de Gaza estavam empregues como mão-de-obra barata em Israel, nomeadamente em lojas, estabelecimentos comerciais e fábricas. Em 13 de outubro, uma semana após o início do atual conflito, o Exército judaico ordenou a retirada em direção a sul de 1,1 milhões de pessoas que viviam na parte norte da Faixa de Gaza -- metade da sua população --, antes de iniciar por esse flanco a incursão terrestre que o conduziu à cidade de Gaza e ao posterior avanço para o centro do enclave.

Intensos combates continuavam a decorrer entre forças militares israelitas e as milícias Izz ad-Din al-Qassam, o braço armado do Hamas, e outras formações armadas palestinianas no norte de Faixa de Gaza, onde 1,65 dos 2,4 milhões de habitantes do território já foram deslocados na sequência da ação militar de Israel, indicou o Gabinete de coordenação dos assuntos humanitários da ONU .

De acordo as autoridades israelitas, cerca de 1.200 pessoas foram mortas em Israel no ataque do Hamas em 07 de outubro, incluindo cerca de 350 militares e polícias.O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, criticou o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, que considerou Israel um estado "terrorista". Ele "chama Israel como um estado terrorista mas na cerdade apoia ativamente o estado terrorista Hamas", afirmou Netanyahu.

O especialista etíope afirmou que a OMS perdeu o contacto com o pessoal do principal hospital de Gaza, lamentando não receber há três dias informações atualizadas sobre os mortos e feridos em Gaza, "o que dificulta a capacidade de avaliar o funcionamento do sistema de saúde". "São necessários pelo menos 120.000 litros de combustível por dia para alimentar os geradores dos hospitais, as ambulâncias, as estações de dessalinização, as estações de tratamento de resíduos e as telecomunicações", alertou Tedros.

O país recorda também "a necessidade absoluta de Israel respeitar o direito humanitário internacional, que prevê, nomeadamente, a proteção das infraestruturas hospitalares e impõe, em todos os momentos e em todos os locais, princípios claros de distinção, necessidade, proporcionalidade e precaução". "Isto agrava uma situação humanitária já em si horrível em Gaza", afirmou o chefe da diplomacia norueguesa, Espen Barth Eide.O ayatollah Ali Khamenei avisou o Hamas numa mensagem clara de que Teerão irá manter o seu apoio político e moral ao grupo islamita palestiniano de Gaza, mas que não irá intervir diretamente no conflito entre o Hamas e Israel.

Mohanad Hage Ali, especialista do Hezbollah no Carnegie Middle East Center, em Beirute, afirmou que o assalto do Hamas contra Israel a 7 de outubro deixou os seus parceiros do Arco com escolhas duras quanto ao confronto com adversários bem mais poderosos militarmente. Christopher Wray afirmou que "num ano em que a ameaça terrorista já estava em alta, a guerra em curso no Médcio Oriente elevou a ameaça de ataque contra americanos nos Estados Unidos a um novo patamar".

A UNRWA confirmou a chegada de mais de 23.000 litros de combustível, cuja utilização foi restringida apenas ao transporte de ajuda desde a fronteira. "Pediram-nos para não entrar em Gaza? Pois, mesmo assim entrámos. Disseram-nos que não chegaríamos à entrada da cidade de Gaza, e chegámos. Disseram-nos que não poderíamos entrar no hospital al-Shifa. E lá estamos", acrescentou.

Uma parte desta população refugiou-se no sul, perto da fronteira egípcia, mas centenas de milhares permanecem no meio dos combates, no norte do território. Segundo diversas organizações não-governamentais , a situação é "desastrosa para todos". O cessar-fogo permitiria também "descansar os civis" numa altura em que "os hospitais estão a ser atacados, causando a morte de bebés prematuros, sendo que toda a população está a ser privada dos seus meios básicos de sobrevivência", afirmou Griffiths numa declaração em Genebra.

"As partes em conflito devem respeitar o Direito humanitário internacional, concordar com um cessar-fogo e pôr fim aos combates", resumiu Griffiths na declaração.As forças de defesa israelitas estão empenhadas em provar que o hospital Al-Shifa era um centro de operação dos militantes do Hamas em Gaza, e está a interrogar o pessoal médico e os pacientes internados.

“Penso que nem o Irão nem o Líbano querem envolver-se nessa crise”, disse Lavrov, numa entrevista ao canal televisivo estatal russo RT, referindo-se ao conflito entre Israel e o Hamas. A mesma fonte avança que foram entregues pouco mais de 23 mil litros de gasolina “mas a sua utilização foi restringida pelas autoridades israelitas, apenas para o transporte de ajuda humanitária”, lamentou o chefe da UNRWA em Gaza, Thomas White, na rede social X. Just received 23,027 LT of fuel from Egypt – but its use has been restricted by Israeli authorities - only for transporting aid from Rafah.

“Relatos de incursão militar no hospital Al-Shifa são profundamente preocupantes”, escreveu o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, na plataforma de rede social X. A Autoridade Palestiniana acusa o Governo de Israel de "responsabilidade pela situação de segurança dos milhares de doentes, feridos e deslocados", além "das crianças e bebés prematuros" que se encontram no interior do hospital.

"Os camiões das Nações Unidas que transportam ajuda humanitária através da fronteira de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, vão receber combustível", disse um organismo que depende do Ministério da Defesa de Israel através de uma mensagem difundida pela rede social X.

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