Nove países árabes defende que condenar “violações flagrantes” de direito internacional cometidas por Israel é o equivalente a “dar luz verde a que tais práticas continuem”.
Nove países árabes sustentaram, esta quinta-feira, que o direito de Israel à defesa após o ataque do movimento islamita palestiniano Hamas “não justifica violações flagrantes do direito internacional”.
“O direito à autodefesa garantido pela Carta da ONU nunca justifica as flagrantes violações do direito internacional humanitário ou fazer vista grossa de forma deliberada aos direitos legítimos do povo palestiniano” Repudiaram igualmente a “deslocação forçada” de mais de um milhão de civis palestinianos — referindo-se ao ultimato emitido pelas autoridades israelitas para a evacuação do norte da Faixa de Gaza perante uma eventual ofensiva terrestre — e “a política de punição coletiva” de Israel contra os 2,2 milhões de habitantes daquele enclave palestiniano pobre, que é palco de uma catástrofe humanitária.
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