Simplificação é a palavra de ordem para os peritos reunidos no terceiro debate Expresso/Deloitte dedicado ao Plano de Recuperação e Resiliência
“Nove anos parece muito tempo, mas para gastar €60 mil milhões é amanhã”, alertou Pedro Amaral Jorge, o presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis sobre os subsídios europeus que Portugal terá para investir até 2029.
E desta troca de ideias, saíram seis alertas para os organismos públicos e as empresas se começarem, desde já, a organizarem para absorver tal quantidade “nunca vista” de dinheiro europeu.A simplificação é o fator chave para o país conseguir executar os mais de €60 mil milhões de fundos comunitários e fundos de recuperação disponíveis entre 2021 e 2029.
de o presidente da Bondalti, João de Mello. Até porque “as grandes empresas portuguesas são pequenas empresas ou médias empresas a nível europeu”. O CEO da Bondalti, João de Mello, fala de um “desafio colossal” sobretudo para sincronizar a chegada dos fundos europeus com a velocidade a que as empresas precisam de executar os seus projetos. “Nós queremos e temos ambições temporais muito elevadas de concretização dos projetos de descarbonização e os fundos terão de vir em linha com a velocidade a que teremos de executar os projetos”, alerta João de Mello.
Enquanto os organismos públicos devem adequar os seus canais de informação, também os empresários devem apostar no acesso atempado à informação relevante sobre os apoios europeus.